10 Dicas de boas práticas para uma Gestão Eficiente de Afastamentos Previdenciários
A gestão de afastamentos previdenciários é uma das áreas mais sensíveis dentro do Departamento Pessoal e do RH. Além de envolver o cumprimento rigoroso de obrigações, trata-se de um processo que impacta diretamente a vida do trabalhador e na sustentabilidade da empresa.
A gestão de afastamentos previdenciários é uma das áreas mais sensíveis dentro do Departamento Pessoal e do RH. Além de envolver o cumprimento rigoroso de obrigações legais e previdenciárias, trata-se de um processo que impacta diretamente a vida do trabalhador e a sustentabilidade da empresa. Uma falha na condução pode gerar atrasos no recebimento de benefícios, custos inesperados e até passivos trabalhistas. Por outro lado, quando a gestão é feita com eficiência, planejamento e boas práticas, ela se transforma em um diferencial estratégico: protege o empregador, garante segurança ao empregado e fortalece a cultura organizacional.
Este conteúdo foi preparado justamente para apresentar algumas dicas que são transmitidas nos cursos do Professor Claudeci da Silva e que vão ajudar você a conduzir esse processo com mais segurança, clareza e resultados.
Falhas de comunicação são uma das principais causas de atrasos no encaminhamento de afastamentos. Definir um fluxo entre trabalhador, gestor e RH garante eficiência e segurança.
♦ Exemplo prático:
Empresa do setor metalúrgico criou um protocolo em que todo atestado médico é digitalizado pelo RH e comunicado imediatamente ao gestor da área. Isso reduziu atrasos no envio ao INSS.
O professor Claudeci reforça que o S-2230 é peça-chave na gestão de afastamentos, pois alimenta cruzamentos entre INSS, FGTS Digital e empresa. Preenchimento errado pode gerar passivos.
♦ Exemplo prático:
Uma transportadora deixou de enviar afastamento por acidente de trajeto, o que impactou no FGTS do empregado. Após treinamento, criou checklist semanal para revisar o envio dos eventos.
Claudeci recomenda implementar ferramentas de acompanhamento de afastamentos por setor, função e motivo. Isso permite ações preventivas e evita reincidências.
♦ Exemplo prático:
Uma indústria identificou alta em afastamentos por LER/DORT em operadores. Reforçou ergonomia e reduziu em 30% as ocorrências.
Claudeci chama atenção para casos de acidente de trajeto em que o trabalhador tenha dois ou mais vínculos de emprego. O RH deve lançar corretamente o afastamento em cada vínculo no eSocial, pois a omissão ou lançamento incorreto pode gerar falhas no reconhecimento do benefício ou até mesmo passivos trabalhistas, além de possíveis impactos no FAP.
♦ Exemplo prático:
Um empregado que trabalhava em duas empresas sofreu acidente de trajeto ao se deslocar para o primeiro trabalho. Apenas uma empresa registrou o afastamento, o que gerou inconsistência no pagamento do benefício pelo INSS. Após orientação, ambas passaram a notificar todos os vínculos, evitando prejuízo ao trabalhador.
O professor Claudeci enfatiza que o contato regular com o trabalhador afastado demonstra acolhimento, ajuda na reintegração e evita desligamentos desnecessários.
♦ Exemplo prático:
Uma empresa de call center manteve contato periódico com empregados afastados por depressão, oferecendo suporte psicológico. Isso resultou em maior taxa de retorno ao trabalho.
Estudos recentes do INSS revelam que os afastamentos por transtornos mentais e comportamentais cresceram mais de 30% nos últimos anos, tornando-se a segunda maior causa de afastamento no país.
♦ Exemplo prático:
Uma empresa de tecnologia contratou psicólogos para atendimento on-line. Resultado: queda nos afastamentos por ansiedade.
Relatórios da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que problemas ergonômicos e de postura são grandes causas de afastamentos em setores industriais e de serviços.
♦ Exemplo prático:
Uma fábrica de móveis implantou rodízio de funções e pausas programadas, reduzindo os afastamentos por lesões osteomusculares.
Pesquisas da Fiocruz mostram que empresas que estruturam programas de readaptação reduzem reincidência de afastamentos e fortalecem a retenção de talentos.
♦ Exemplo prático:
Uma rede hospitalar implementou plano de retorno gradual para enfermeiros afastados, com reintegração progressiva de atividades.
Estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que riscos como burnout, excesso de metas e isolamento impactam diretamente nos afastamentos. A inclusão dos riscos psicossociais nas normas de SST reforça essa tendência.
♦ Exemplo prático:
Uma empresa de call center ajustou metas para evitar sobrecarga. Isso reduziu em 20% as licenças médicas relacionadas a estresse.
Mesmo com boas práticas, a gestão de afastamentos exige atualização constante. As normas previdenciárias, trabalhistas e de SST sofrem alterações frequentes, impactando diretamente o trabalho do RH e do DP. Por isso, a capacitação é indispensável.
♦ Exemplo prático:
Empresas que investiram em treinamentos específicos reduziram erros no envio de eventos ao eSocial e melhoraram o acompanhamento de benefícios do INSS.
É nesse ponto que os cursos da Meta Cursos se tornam aliados estratégicos: com professores como Claudeci da Silva, especialista previdenciário e servidor do INSS. Os treinamentos unem teoria, prática e atualização legal, preparando o profissional para lidar com segurança e eficiência na gestão de afastados.
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CONCLUSÃO:
A implementação de boas práticas na gestão de afastamentos não deve ser vista apenas como uma exigência legal, mas como uma estratégia de valorização do trabalhador e de proteção da empresa. Cada passo dado com organização, prevenção e acompanhamento reflete diretamente na redução de custos, na segurança jurídica e na promoção de um ambiente de trabalho mais saudável. Mas a legislação e as regras previdenciárias estão em constante transformação, o que exige do profissional de RH e DP um compromisso contínuo com o aprendizado e a atualização. Investir em capacitação é o caminho para garantir uma gestão eficiente hoje e estar preparado para os desafios de amanhã.